Hipóteses para a mudança comportamental dos partidos políticos em relação a PEB

  • Lucas Ribeiro Mesquita Doutorando em Ciência Política UFMG. Mestrando em Ciência Política UNICAMP.

Resumo

A política externa se configurou como uma agenda distante da vida partidária brasileira, no entanto, alguns estudos recentes demonstram que essa participação partidária em relação aos assuntos internacionais se intensifica. Nossa pesquisa, no entanto, procura entender um vazio explicativo sobre o tema. De atores apáticos, os partidos hoje importam na política externa, mas quais fatores foram responsáveis por essa mudança comportamental em relação a política externa. Trabalharemos com a conjugação de quatro hipóteses, que ao final se conjugam na tentativa de explicar a mudança comportamental partidária no período pós-redemocratização. A primeira hipótese versa sob o processo de democratização nas políticas públicas brasileira; a segunda hipótese entende a maior inserção internacional brasileira como catalisador da participação partidária; a seguinte defende que a competição partidária possibilitou que partidos anteriormente despreocupados iniciassem um “pensamento” sobre a política externa; e por fim, a final discorre sobre as mudanças organizacionais internas ao próprio partido.

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Biografia do Autor

Lucas Ribeiro Mesquita, Doutorando em Ciência Política UFMG. Mestrando em Ciência Política UNICAMP.
Doutorando do Programa de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais, Mestrando do Programa de Ciência Política da Unicamp e Bacharel em Relações Internacionais pela PUC Minas Gerais.
Publicado
20-12-2012
Como Citar
Mesquita, L. R. (2012). Hipóteses para a mudança comportamental dos partidos políticos em relação a PEB. Carta Internacional, 7(2), 117-126. Recuperado de https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/article/view/34
Seção
Artigos