Entre normas internacionais e políticas internas
um estudo sobre a atuação brasileira frente à poluição marinha por plásticos
DOI:
https://doi.org/10.21530/ci.v21n1.2026.1611Palavras-chave:
Poluição Marinha, Plásticos, Implementação Doméstica, Jogos de Dois NíveisResumo
Este artigo analisa como o Brasil tem respondido, em termos normativos e institucionais, aos compromissos assumidos no regime internacional de enfrentamento da poluição plástica no ambiente marinho. Com base nos referenciais teóricos dos regimes internacionais e dos jogos de dois níveis, examinam-se os marcos normativos internacionais ratificados pelo Brasil, como a CNUDM e a MARPOL, bem como sua articulação com leis e políticas internas, como a PNRS e os projetos de lei sobre poluição por plásticos. Os resultados indicam que, embora haja avanços legais e participação ativa do Brasil nas negociações internacionais, persistem contradições e desafios na implementação doméstica, especialmente os relacionados à baixa taxa de reciclagem, aos interesses econômicos e às dificuldades de coordenação federativa.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Allana Camini, Elisa Pereira Lobo

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
