História da Diplomacia Brasileira em Moçambique (1975-1986)
Estratégias, Desafios e Resultados
DOI:
https://doi.org/10.21530/ci.v20n2.2025.1614Palavras-chave:
Cooperação Internacional, Diplomacia, Moçambique, Política Externa Brasileira, Relações BilateraisResumo
Este artigo analisa as estratégias diplomáticas brasileiras na construção das relações bilaterais com Moçambique entre 1975 e 1986, período marcado pela independência moçambicana e pela morte de Samora Machel. Explora como o Brasil buscou estabelecer presença no país africano por meio de cooperação técnica, comércio e construção de confiança política, enfrentando a desconfiança decorrente do legado colonial português e das dinâmicas neocoloniais da Guerra Fria. A pesquisa destaca a importância dos laços culturais e simbólicos na mediação diplomática, o lugar da cooperação internacional e do comércio bilateral ao mesmo tempo em que discute os limites dessa aproximação diante das assimetrias históricas. O estudo contribui para a compreensão crítica das políticas externas do Brasil em África, refletindo sobre os desafios da construção de parcerias genuínas em contextos pós-coloniais e globalmente assimétricos.
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