Entre a Paz e a Violência

contradições da política externa e da formação estatal no Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21530/ci.v20n3.2025.1582

Palavras-chave:

Política Externa Brasileira, Dualidade Política, Construção do Estado, Pacifismo, Violência Interna

Resumo

O artigo analisa o paradoxo entre o pacifismo da política externa brasileira e a violência estrutural no plano doméstico. Enquanto o Brasil é reconhecido por sua atuação pacífica em fóruns internacionais, sua formação estatal foi marcada por práticas violentas, repressão e desigualdade. A pesquisa, de abordagem qualitativa e exploratória, utiliza análise historiográfica e dados secundários sobre violência interna. Conclui-se que o pacifismo internacional brasileiro é mais uma estratégia identitária do que um reflexo da realidade doméstica, evidenciando contradições na imagem do país como promotor da paz.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Túlio Sérgio Henriques Ferreira, Universidade Federal da Paraíba

Prof. Associado de RI e do Programa de Pós-graduação em Ciência Política e Relações Internacionais da UFPB.  Doutor em Relações Internacionais pela UnB (2012). Pós-doc/visiting scholar na Brown University (2018-2019).

Jean Lucas de França Santos, Universidade Federal da Paraíba

Graduando em Relações Internacionais pela UFPB. Pesquisador de iniciação científica nos campos de Estudos Para a Paz e Mudança Institucional. Participa da Liga Acadêmica de Estudos para a Paz e Análise de Conflitos (LEPAC), do Grupo de Pesquisa em Mudança Institucional (PEMI) e do Grupo de Estudos em Política Externa Brasileira (GEPEB).

Downloads

Publicado

2026-03-10

Como Citar

Ferreira, T. S. H., Ferreira, M. A. S. V., & Santos, J. L. de F. (2026). Entre a Paz e a Violência: contradições da política externa e da formação estatal no Brasil. Carta Internacional, 20(3), e1582. https://doi.org/10.21530/ci.v20n3.2025.1582